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Fernandel, comediante de França
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França

Fernandel

Fernand Joseph Désiré Contandin, conhecido profissionalmente como Fernandel, nasceu em 8 de maio de 1903, em Marselha, França. Seus pais eram Désirée Bédouin e Denis Contandin, originários de Perosa Argentina, Itália; seu pai trabalhava como contador e se apresentava como comediante amador sob o pseudônimo 'Sined'. Ele teve dois irmãos, Auguste-Marcel (1897-1961) e Francis (Fransined) (1914-2012), e uma irmã, Marguerite (1910-2006). Tendo começado em music halls, Fernandel adotou o nome artístico Fernandel em 1922, uma designação fornecida por sua sogra. Ele se casou com Henriette Félicie Manse em 1925. A carreira de Fernandel começou com aparições em cafés e em casamentos, seguida por uma vitória num concurso de canto infantil no Théâtre du Châtelet em Marselha, aos sete anos. Estreou-se no cinema em 1930, em *Le Blanc et le Noir*. A sua popularidade cresceu constantemente ao longo das décadas de 1930 e 1940, com papéis importantes em filmes como *Angèle* (1934), *Regain* (1937), *Le Schpountz* (1938) e *La Fille du Puisatier* (1940). Colaborou extensivamente com Marcel Pagnol, aparecendo em treze dos seus filmes. Lançou a popular canção “Félicie aussi” em 1939 e teve um registo de sucesso de “La Caissière du Grand Café” em 1947. Fernandel tornou-se uma das maiores estrelas do cinema francês por várias décadas, aparecendo em mais de 125 filmes entre 1930 e 1969. Ele era bem conhecido por interpretar o padre da aldeia italiana na série Don Camillo de 1951 a 1970, um papel que levou a um encontro com o Papa Pio XII em 1953. As suas características faciais distintas, que ele referia como o seu ‘gueule de cheval’ (rosto de cavalo), tornaram-se uma marca registada. Ele também apareceu em filmes italianos e americanos, incluindo À Volta do Mundo em 80 Dias (1956) com David Niven e Férias em Paris (1958) com Bob Hope e Anita Ekberg. Fernandel esteve envolvido na direção ou produção conjunta de vários filmes ao longo da sua carreira. Os filmes de Fernandel atraíram mais de 200 milhões de espectadores durante a sua carreira, e em 1968, o General Charles de Gaulle afirmou que Fernandel era o único francês mais famoso do que ele em todo o mundo. Após um diagnóstico de cancro do pulmão, faleceu a 26 de fevereiro de 1971, e os seus restos mortais estão enterrados no Cemitério de Passy em Paris. O seu filho Franck Fernandel tornou-se ator e cantor, e atuou ao lado do seu pai em L'Âge ingrat e En avant la musique .

François Cavanna, comediante de França
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França

François Cavanna

François Cavanna, nascido em 22 de fevereiro de 1923, no 14º arrondissement de Paris, foi um autor e editor de jornal satírico francês. Faleceu em 29 de janeiro de 2014, em Créteil. Sua criação em Nogent-sur-Marne foi moldada por seu pai imigrante italiano, Luigi Cavanna, que trabalhava como pedreiro, e sua mãe, Marguerite Charvin. Cercado por imigrantes italianos desde tenra idade, ele documentou essas experiências em sua obra autobiográfica Les Ritals , publicada em 1978. Obteve o certificado de ensino fundamental aos 12 anos e conquistou um *brevet* em 1939. A vida inicial de Cavanna incluiu diversos empregos; aos 16 anos, trabalhou como entregador de cartas, vendedor de frutas/legumes e aprendiz de pedreiro. Sua carreira jornalística começou em 1945 com o Libération. Foi ordenado a se mudar para Bordeaux em 1940 devido à Segunda Guerra Mundial, e de 1943 a 1945 foi forçado ao trabalho (STO) em Berlim. Durante esse período, formou um relacionamento com Maria Tatarchenko, uma trabalhadora ucraniana, a quem dedicou Les Russkoffs em 1979. Ele co-fundou várias revistas satíricas, incluindo Hara-Kiri , Hara-Kiri Hebdo , Charlie e Charlie Hebdo , contribuindo significativamente para sua criação e sucesso. Escreveu em vários gêneros, incluindo reportagem, sátira, ensaios, romances, autobiografia e humor. O estilo cômico de Cavanna era caracterizado por uma mistura de piadas, absurdo, coq-à-l’âne (associação rápida), sátira e zombaria. Seu trabalho frequentemente beirava o surrealismo e frequentemente ridicularizava a apresentação da ciência e dos cientistas. Ele traduziu seis livros sobre cartunistas famosos, incluindo Li'l Abner em 1971 e L'Univers impitoyable de Gary Larson em 1988. Ele concebeu a ideia de renomear Hara-Kiri para Charlie Hebdo em novembro de 1969 após seu banimento. Ele apareceu no programa de televisão literário francês Apostrophes em 1978, onde notoriamente disse a Bukowski para "cair a boca". Les Ritals , inicialmente publicado em capítulos em Hara-Kiri a partir de 1976, foi adaptado para uma peça que explora temas de imigração e ressoa com muitas famílias. Ele recebeu o Prix Interallié em 1979 por Les Russkoffs . Seu último livro, Lune de miel , abordou sua doença de Parkinson.

Henri Salvador, comediante de França
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França

Henri Salvador

Henri Salvador, nascido Henri Gabriel Salvador em 18 de julho de 1917, em Cayenne, Guiana Francesa, foi um artista francês multifacetado. Seus pais, Clovis e Antonine Paterne, eram originários de Guadalupe, e ele tinha um irmão chamado André e uma irmã chamada Alice. A família se mudou para Paris quando ele tinha doze anos. Ele iniciou sua carreira na década de 1930 como guitarrista acompanhando outros cantores, aprendendo imitando as gravações de Django Reinhardt. Salvador posteriormente trabalhou com Reinhardt na década de 1940, demonstrando versatilidade musical desde cedo. A carreira de Salvador abrangeu canto, dança e comédia, inicialmente com Ray Ventura e His Collegians. Ele fez a transição para uma carreira de cantor por volta de 1948, aparecendo em filmes como Nous irons à Paris (1949), Nous irons à Monte-Carlo (1950) e Mademoiselle s'amuse (1948). Ele gravou canções escritas por Boris Vian, arranjadas por Quincy Jones, e até explorou o rock and roll francês em 1957 sob o nome Henry Cording. Ao longo das décadas de 1950 a 1970, ele escreveu, produziu e interpretou canções humorísticas e populares, conhecido por seu estilo de cantor romântico e voz suave, e dominou muitos instrumentos musicais. Salvador apresentou vários programas de variedades populares na televisão nas décadas de 1960 e alcançou um sucesso com “Zorro est arrivé” em 1964. Ele também é reconhecido por sua risada distinta, frequentemente incorporada em sua música. Sua canção “Dans mon île” (1957) influenciou significativamente a formulação da bossa nova por Antônio Carlos Jobim. Ele deu voz ao caranguejo Sebastião na dublagem francesa de A Pequena Sereia em 1989. Recebeu inúmeras homenagens durante sua carreira de sete décadas, incluindo a Ordem Brasileira do Mérito Cultural em 2005 e foi condecorado como comandante da Legião de Honra Francesa e da Ordem Nacional do Mérito Francês. Faleceu em 13 de fevereiro de 2008, em Paris, devido a um aneurisma roto e foi sepultado no Cemitério Père-Lachaise.

Jacques Weber, comediante de França
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França

Jacques Weber

Jacques Henri Robert Weber, conhecido profissionalmente como Jacques Weber, nasceu em 23 de agosto de 1949, no 10º arrondissement de Paris. Ele vem de uma família burguesa com origens suíças; seu pai, Robert Weber, era físico, químico e diretor de laboratório, enquanto sua mãe, Madeleine Weber, apreciava ópera e literatura. Weber frequentou o Lycée Carnot e mais tarde estudou arte dramática na École de la rue Blanche. Sua carreira abrange mais de cinquenta anos, estabelecendo-o como uma figura proeminente no entretenimento francês. A formação inicial de Weber incluiu a frequência ao Conservatório Nacional Superior de Arte Dramática, onde ingressou aos 20 anos e conquistou o Prêmio de Excelência ao se formar. Ele se beneficiou da mentoria de Pierre Brasseur por um ano e meio e conheceu Francis Huster no Conservatório do 18º arrondissement, com quem mais tarde competiu em um concurso. Também trabalhou com Robert Hossein em Reims e integrou o Théâtre Populaire de Reims sob a direção de Hossein. Em 1970, Marcel Cravenne o contratou para uma produção de *Tartufo*. Posteriormente, apareceu em produções como *Faustine et le Bel Été* (1972) e *État de siège* (1972), e mais tarde em *Le Malin Plaisir* (1975) e *Une femme fatale* (1976). Ele também apareceu no filme *O Conde de Monte Cristo*. A carreira de Weber inclui um trabalho significativo no palco, notavelmente interpretando Cyrano de Bergerac por várias temporadas, apresentando-o aproximadamente 500 vezes. Em 1990, ele assumiu o papel de Comte de Guiche; posteriormente, em 1998, interpretou Don Juan. Foi diretor do Centre dramatique national em Lyon durante o período de 1979 a 1985. Subsequentemente, entre 1986 e 2001, dirigiu o Théâtre de Nice, Centre dramatique national Nice-Côte d'Azur. Em 2008, dirigiu uma adaptação televisiva de *Figaro* para a France 3. Também apareceu como o Juiz Antoine Rives em um programa de televisão e interpretou Carlos V no Ommegang de Bruxelas em 2013. Atualmente, está se apresentando em *Cyrano, rêver, rire, passer*, escrito por sua esposa Christine Weber, com Ludmilla Mikael; esta peça estreou no Théâtre de la Pépinière em Paris em 29 de janeiro.

Jean Dujardin, comediante de França
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Jean Dujardin

Jean Dujardin, que atua sob o nome Jean Edmond Dujardin, é um artista francês que trabalha como ator, comediante, produtor e diretor. 19 de junho de 1972 marca a data do seu nascimento em Rueil-Malmaison, França, perto de Paris. Crescendo em Plaisir, Yvelines, trabalhou brevemente como chaveiro para a empresa de construção do seu pai antes de iniciar uma carreira na performance. Atualmente com 54 anos, Dujardin começou a fazer apresentações de stand-up em cafés e serviu no exército, onde entreteve os companheiros recrutas com imitações, descobrindo seu talento cômico. A carreira de Dujardin começou no palco e na televisão nos anos 90 com o grupo de comédia Nous Ç Nous. Em 1996, Dujardin participou do programa de televisão Graines de star ao lado de outros concorrentes. De 1999 a 2003, ele ganhou popularidade significativa através da série de televisão Un gars, une fille ao lado de Alexandra Lamy, que mais tarde se tornou sua esposa de 2009 a 2014. Ele atuou em programas de televisão e filmes de comédia no início de sua carreira, e criou o personagem Brice de Nice no programa Fiesta, que foi adaptado para um filme, Brice de Nice, em 2005. Dujardin alcançou fama internacional através de diversos papéis, incluindo Hubert Bonisseur de La Bath nos filmes OSS 117: Cairo, Ninho de Espiões (2006), Perdido no Rio (2009) e De África com Amor (2021). Ele também estrelou como Lucky Luke no filme Lucky Luke (2009) e colaborou com Michel Hazanavicius em O Artista (2011), onde interpretou George Valentin. Este papel lhe rendeu inúmeros prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Ator (2012), um Globo de Ouro, um BAFTA e um Prêmio da Screen Actors Guild. Ele também apareceu em filmes americanos como O Lobo de Wall Street (2013) e Os Homens da Cultura (2014). Papéis recentes incluem aparições em Presidentes (2021) e Brice 3 (2016), e ele está programado para interpretar Don Diego de la Vega na minissérie Zorro em 2024.

Marcel Marceau, comediante de França
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França

Marcel Marceau

Nascido Marcel Mangel em Estrasburgo, França, em 22 de março de 1923, Marcel Marceau tornou-se um ator e mímico francês reconhecido mundialmente. Seu nome de nascimento refletia seus pais, Charles Mangel, açougueiro, e Anna Werzberg. A família mudou-se para Lille em 1926 por razões profissionais e posteriormente se transferiu para a Inglaterra. Desde cedo, Marcel foi influenciado pelos filmes de Charlie Chaplin, inspirando seu sonho de se tornar um mímico, e frequentou o liceu Fustel-de-Coulanges em Estrasburgo até 1938. Durante a Segunda Guerra Mundial, a família de Marceau evacuou e inicialmente se estabeleceu em Chancelade e Périgueux. Aos 17 anos, ele fugiu com sua família para Limoges e estudou no liceu Gay-Lussac e na École des arts décoratifs de Limoges em 1941. Ele participou ativamente da Resistência Judaica Francesa, ajudando a resgatar crianças judias, incluindo cerca de trinta que escaparam para a Suíça com seu primo Georges Loinger. Ele adotou o sobrenome 'Marceau' durante a ocupação alemã, referenciando François Séverin Marceau-Desgraviers. Devido à sua proficiência em inglês, francês e alemão, ele serviu como oficial de ligação da Terceira Exército do General George Patton durante a guerra. Tragicamente, seu pai foi preso e deportado para Auschwitz em 1944, onde foi assassinado. Após o conflito, Marceau começou a estudar na Escola de Arte Dramática Charles Dullin em 1945, recebendo instrução de Joshua Smith, Étienne Decroux e Jean-Louis Barrault. Em agosto de 1944, apresentou sua primeira apresentação significativa para um público de 3.000 soldados em Paris. Em 1947, criou o personagem 'Bip, o Palhaço', estreando-o em 22 de março no Théâtre de Poche Montparnasse, inspirado em Pip de *As Grandes Expectativas* de Charles Dickens. Recebeu o Prêmio Deburau em 1949 por seu mimodrama, *Morte Antes do Amanhecer*, e fundou a Compagnie de Mime Marcel Marceau no mesmo ano. Por mais de 60 anos, Marceau entreteve públicos globalmente como artista profissional, participando de filmes como 'Barbarella' (1968) e 'Silent Movie' (1976), onde sua única palavra falada foi “Não”. Dedicou sessenta anos a elevar o pantomima a uma forma de arte proeminente, completando mais de 5.000 apresentações. Marcel Marceau faleceu em 22 de setembro de 2007, aos 84 anos, e foi sepultado no cemitério de Père Lachaise em Paris.

Max Linder, comediante de França
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Max Linder

Max Linder, nascido Gabriel-Maximilien Leuvielle em 16 de dezembro de 1883, em Saint-Loubès, Gironde, França, foi uma figura significativa no cinema pioneiro. Seus pais, Jean (Marcel) Leuvielle e Suzanne Baron, eram proprietários de vinhedos, proporcionando-lhe uma infância confortável que incluiu estudos no liceu de Talence. Inicialmente, ele seguiu uma carreira teatral, matriculando-se no Conservatório de Bordeaux em 1899 e ganhando prêmios tanto para comédia quanto para tragédia. No entanto, foi expulso após uma discussão com um professor, e brevemente se apresentou sob o pseudônimo Max Lacerda antes de adotar o nome Max Linder em 1904, inspirado em uma placa de loja de sapatos de Bordeaux. A carreira de Linder deu uma reviravolta decisiva quando começou a trabalhar para a Pathé no verão de 1905. Ele atuou como roteirista, diretor e ator, produzindo um ritmo impressionante de aproximadamente um filme por dia. Seu trabalho inicial incluiu 'Le Premier cigare d'un collégien' (1905). A partir de 1907, com 'The Skater's Debut,' ele alcançou reconhecimento por sua representação de 'Max,' um personagem que personificava um socialite próspero. Sua interpretação de 'Max,' presente em aproximadamente 100 curtas-metragens de 1910 a 1914, é reconhecida como um dos primeiros exemplos de um personagem recorrente no cinema. A parceria criativa de Linder com René LePrince levou à co-direção de seus próprios filmes a partir de 1911. Ele fez uma turnê internacionalmente entre 1912 e 1913, visitando Espanha, Alemanha e Rússia (São Petersburgo). Durante uma apresentação de patinação em 1911, ele sofreu uma hérnia. Com o início da Primeira Guerra Mundial, Linder alistou-se no exército francês e foi ferido várias vezes durante seu serviço. Após a guerra, tentou encontrar sucesso nos Estados Unidos, mas essa tentativa se mostrou infrutífera. Seu irmão mais novo, Maurice, alcançou fama como jogador de rugby nacional, enquanto sua irmã Marcelle apareceu em alguns de seus filmes. Max Linder morreu em 1º de novembro de 1925, em Paris, deixando para trás um legado que influenciou significativamente a criação do personagem ‘O Vagabundo’ de Charlie Chaplin.

Michel Galabru, comediante de França
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Michel Galabru

Nascido em Safi, Marrocos, em 27 de outubro de 1922, Michel Galabru foi um ator e escritor francês. Seu pai, Paul Galabru, era engenheiro e professor. Inicialmente aspirando ser jogador de futebol profissional pelo Stade olympique montpelliérain, estudou brevemente direito a pedido do pai. Passou sua infância em Safi e anos posteriores em Hérault antes de se mudar para Paris. A carreira de Galabru abrangeu quase setenta anos, abrangendo mais de 250 filmes e mais de 80 peças. Galabru iniciou sua carreira de ator em 1951 com um papel menor em Ma femme, ma vache et moi . Recebeu o reconhecimento inicial por sua atuação em La guerre des boutons (1963) e alcançou ampla popularidade com Le Gendarme de Saint-Tropez (1964), interpretando o Adjudant Gerber. Ele apareceu frequentemente ao lado de Louis de Funès em vários filmes, incluindo sequências de Le Gendarme de Saint-Tropez e L'Avare . Suas colaborações cômicas se estenderam a filmes dirigidos por Jean Girault, Jean-Pierre Mocky, Georges Lautner, Bertrand Blier e Claude Zidi. Foi pensionnaire (membro) da Comédie-Française de 1950 a 1957 e ganhou o primeiro prêmio do Conservatoire national d'art dramatique. A filmografia de Galabru incluiu tanto comédias quanto dramas, com papéis notáveis em *L'avare*, *Jo*, *Nous irons a Deauville*, *La Cage aux Folles*, *La Cage aux Folles II*, *La Cage aux Folles 3: The Wedding*, *Le viager*, *Subway*, *Kamikaze* e *Uranus*. Bertrand Blier, Costa-Gavras e Jean-Luc Godard foram alguns dos diretores com quem ele trabalhou. Ele ganhou um César de Melhor Ator em 1977 por seu papel como Joseph Bouvier em *The Judge and the Assassin* de Bertrand Tavernier, e recebeu indicações ao César de Melhor Ator Coadjuvante em 1986 (*Subway*) e 1991 (*Uranus*). Ele dirigiu o Théâtre Montmartre-Galabru e o Théâtre de Dix Heures. Sua última atuação foi no espetáculo solo *Le Cancre*. Michel Galabru faleceu em 4 de janeiro de 2016, em Paris, aos 93 anos.

Omar Sy, comediante de França
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Omar Sy

Omar Sy é um ator francês, produtor de cinema, roteirista e humorista nascido em 20 de janeiro de 1978, em Trappes, Yvelines, França. Ele é de origem Fulani, com pais que imigraram da África Ocidental; sua mãe é originária da Mauritânia e seu pai do Senegal, ambos vindos da aldeia de Bakel. Nascido e criado na área de Les Merisiers em Trappes, ele era um de nove filhos. Em 1996, Sy iniciou sua vida profissional na Rádio Nova, uma experiência que incluiu um encontro com Fred Testot. Sua experiência em radiodifusão resultou em segmentos cômicos em 'Service après-vente des émissions' entre 2005 e 2012, bem como no programa de televisão 'Omar et Fred', que estreou no Canal+ em 2001 e continua até hoje. Ele também fez aparições no 'Le Cinéma de Jamel' do Canal+, e formou uma parceria cômica com Fred Testot conhecida como Omar e Fred. Sy ganhou reconhecimento por sua comédia física e apareceu em filmes como (2001), , e . Ele também participou de um álbum contra o racismo chamado em 2003. Ele alcançou reconhecimento generalizado após protagonizar o sucesso de bilheteria francês de 2011, *Intocáveis*, o que lhe rendeu o Prêmio César de Melhor Ator em 2012 e um Globe de Cristal para Melhor Ator. Ele se tornou o primeiro ator negro a receber o Prêmio César. Após esse sucesso, Sy apareceu em vários filmes de grande sucesso americanos, incluindo *X-Men: Dias do Futuro Passado* (2014), *Mundo Jurássico* (2015), *Transformers: O Último Cavaleiro* (2017) e *Cães Árticos* (2019). Ele também dublou personagens em videogames como 'Tomb Raider Legend' e 'Logorama'. Desde 2021, ele estrela a série da Netflix *Lupin*. Em 2021, foi nomeado uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela Time. Sy garantiu um acordo de longo prazo para filmes com a Netflix, juntamente com um arranjo de colaboração inicial com a HBO Max. Atualmente, ele vive em Hidden Hills, perto de Los Angeles, EUA.

Pierre Dac, comediante de França
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Pierre Dac

Pierre Dac, nascido André Isaac em 15 de agosto de 1893, em Châlons-sur-Marne, França, foi um humorista francês. Sua família, originalmente da Alsácia (Uttenheim e Niederbronn-les-Bains), tinha raízes judaicas e emigrou após a Guerra Franco-Prussiana. Seu pai, Salomon Isaac, era açougueiro, e a família se mudou para Paris quando Dac tinha três anos de idade. Ele teve aulas de violino na infância, mas foi expulso da escola em 1908 por uma brincadeira. A carreira de Dac começou na década de 1920 como um chansonier em cabarés como La Muse rouge e La Vache enragée. Ele criou o jornal satírico *L'Os à moelle* em 1938, que ganhou popularidade antes de ser interrompido pela censura nazista. Ele apareceu em filmes como *Voilà Montmartre* (1934) e *Juanita* (1935). Em 1941, escapando do conflito da Segunda Guerra Mundial, procurou refúgio em Londres. Lá, contribuiu para o Radio Londres, um serviço da BBC que alcançava a França ocupada, compondo canções humorísticas e apresentando rotinas cômicas. Ele foi preso na Espanha ao tentar chegar a Londres e passou vários meses nas prisões de Franco. Após a Segunda Guerra Mundial, Dac formou um dueto de comédia com Francis Blanche, e juntos criaram e apresentaram séries de rádio populares como *Malheur aux barbus*, *Signé Furax* e *Bons Baisers de partout*. Dac cunhou o termo cômico 'Schmilblick', descrito como 'rigorosamente integral, que não serve absolutamente a nada e, portanto, pode servir a tudo', e popularizou a palavra “loufoque”. Ele também inventou o biglotron e a receita de geleia de macarrão. Foi iniciado na maçonaria em 1926 e criou um ritual maçônico paródico chamado 'Le rite des Voyous'. Pierre Dac foi reconhecido com várias distinções ao longo de sua vida; estas incluíram a Croix de Guerre (tanto de 1914-1918 quanto de 1939-1945), a Medalha da Resistência e a distinção de ser nomeado Cavaleiro da Ordem da Legião de Honra. Até seu falecimento em 9 de fevereiro de 1975, em Paris, ele permaneceu ativo no cinema e na televisão, com papéis em produções como *La Famille Anodin* (1956) e *Ne jouez pas avec les Martiens* (1968).